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Se essa rua fosse minha no Dia Mundial Sem Carro

Carolina Stolf Silveira, professora do curso de arquitetura e urbanismo da Udesc.

“Havia um tempo de cadeiras na calçada. Era um tempo em que havia mais estrelas. Tempo em que as crianças brincavam sob a claraboia da lua. E o cachorro de casa era um grande personagem.” já dizia o poeta Mário Quintana.

Em que momento deixamos de viver a cidade? O meio de transporte que utilizamos diariamente influencia diretamente em como vivenciamos a rua – o primeiro e principal espaço público urbano.

No dia 22 de setembro diversas cidades no mundo propõem uma reflexão sobre o uso excessivo do automóvel, apelidado de “o cigarro do futuro”, pelo ex-prefeito de Curitiba, o arquiteto urbanista Jaime Lerner.

Datas são criadas para gerar consciência e mudança: 21 de setembro, o Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência; 8 de março, o dia da Mulher; 20 de novembro, o da Consciência Negra. Ao longo de nossa história injustiças ocorreram e ainda ocorrem, sendo necessário evidenciar e buscas soluções aos problemas enfrentados.

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