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Artigo: Chegou a hora das bicicletas

Luis Antonio Lindau

Recentemente um comercial foi proibido na televisão francesa por “descreditar o setor automobilístico” e “criar um clima de ansiedade”. Nele, um carro de luxo refletindo imagens que evocam congestionamentos, acidentes e poluição do ar derrete e se transforma em uma bicicleta. No slogan: é hora de viajar no futuro.

Várias cidades no mundo têm a bicicleta como opção relevante para a mobilidade. No Brasil, são poucas. Por inúmeros motivos, pedalar costuma ficar no fim da lista de escolhas. Mas será que a covid-19 não oferece oportunidade única para tornar nossa vida mais saudável e sustentável? Afinal, o que faria mais gente optar pela bicicleta?

O receio de usar o transporte coletivo durante o período de contaminação vai transferir muitos usuários para o transporte individual. A maior parte deve optar por carros e motos e não pela bicicleta. Embora não polua, seja barato, bom para a saúde e possibilite o distanciamento social, pedalar, hoje, é opção para uma parcela da população que topa circular entre veículos motorizados. Ciclofaixas, desenhadas dentro dos padrões de segurança, em muito contribuem para a redução do risco. Quem pedala entende a importância desse tipo de proteção nas avenidas com fluxo veicular pesado.


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