Gênero

É necessário consolidar a abordagem de gênero nos estudos e práticas a respeito da ciclomobilidade. Há uma compreensão de que, assim como outras relações sociais de poder, as relações de gênero influem diretamente sobre a mobilidade urbana e, consequentemente, sobre o direito à cidade.


GÊNERO NO CICLOATIVISMO

Diversas organizações da sociedade civil que promovem a ciclomobilidade possuem abordagens específicas e estruturas executivas e administrativas dedicadas.

ORGANIZAÇÕES CICLOATIVISTAS COM ABORDAGEM DE GÊNERO

  • UCB – União de Ciclistas do Brasil: possui GT Gênero e paridade de gênero (mínimo de 50% de mulheres) na estrutura executiva e administrativa regulada pelo seu Estatuto
  • Ciclocidade – São Paulo/SP: possui GT Gênero

ORGANIZAÇÕES CICLOATIVISTAS COM BASE EM GÊNERO 

DESTAQUES NO ACERVO

Contribua com o acervo

Insira conteúdo

Pesquise no Observatório

Pesquise

Notícias relacionadas

Mulheres pedalando – Sinônimo de cidade ciclável

Mas a Comunidade Científica Americana tem uma base interessante para definir uma cidade ciclável: a quantidade de mulheres pedalando. Isso se deve ao fato das mulheres, em geral, não correrem tantos riscos quanto os homens. Dessa forma, quanto mais mulheres estiverem nas ruas pedalando, mais humana e amiga dos ciclistas a cidade é, mais segurança continue lendo...…

Leia mais

Ciclistas enfrentam barreiras nas cidades e insegurança é maior para as mulheres

para as mulheres a insegurança é ainda maior, como já apontava, em 2016, Marina e integrantes da Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade). Em uma pesquisa sobre Mobilidade por bicicleta e os desafios das Mulheres de São Paulo, as cicloativistas mostravam que os três maiores medos eram o de compartilhamento das vias públicas com continue lendo...…

Leia mais

Se equilibrando na bicicleta da vida

Por Sandra Caselato. Domingo saí para uma caminhada numa praça perto de casa e lá estava ela, uma mulher em seus trinta e poucos anos aprendendo a andar de bicicleta. Uma cena inusitada e inspiradora. Ela contava com a ajuda de um homem, que pacientemente caminhava ao seu lado, segurando a bicicleta enquanto ela tentava continue lendo...…

Leia mais

Por que meninas negras não aprendem a pedalar

O uso da bicicleta é menos comum entre meninas pretas e pardas. A constatação é de Jô Pereira, Jamile Santana e outras ativistas negras. A menor renda média de pretos e pardos e o acesso preferencial dos homens às bicicletas são fatores que colaboram para que meninas negras não aprendam a pedalar. […] Outras razões contribuem continue lendo...…

Leia mais

Mulher cria sistema de entrega com bicicletas destinado a mulheres e transexuais

O Señoritas Courier é um serviço de entregas de bicicleta realizado apenas por mulheres e transexuais. Com 16 funcionários atualmente, a empresa luta contra o estigma de que mulheres seriam mais lentas sobre duas rodas ao mesmo tempo em que apoia o empoderamento feminino e trans. As entregas cobrem toda a cidade de São Paulo e são feitas apenas com horário marcado. Fundado pela continue lendo...…

Leia mais

Por uma cidade onde mulheres sempre possam pedalar

Em 2018, a socióloga e cicloativista Marina Harkot defendeu sua tese de mestrado A Bicicleta e as Mulheres na Universidade de São Paulo (SP). Para criar uma metodologia qualitativa dos desafios da mulher ciclista na cidade, ela ouviu diversas mulheres: as que pedalam para trabalhar, as que pedalando conhecem a cidade e as que adoram subir o continue lendo...…

Leia mais

Por que as cidades são tão hostis às mulheres?

Marina Harkot, pesquisadora e cicloativista, foi morta em crime de trânsito no sábado, em SP. Leia um de seus artigos, em que analisa deslocamentos femininos na metrópole — em especial os riscos e dificuldades de usar a bicicleta como opção Por Marina Kohler Harkot, Letícia Lindenberg Lemos e Paula Freire Santoro, publicado na Revista de Arquitetura da Universidade dos Andes continue lendo...…

Leia mais

Desigualdades de gênero, raça e renda marcam uso do transporte no DF

Essas informações constam no estudo “Como anda Brasília“, da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), a partir dos dados da última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílio (PDAD), que retrata os perfis do pedestre e de quem utiliza automóvel próprio ou ônibus para deslocamento. O trabalho está disponível na página do órgão na internet. Segundo a continue lendo...…

Leia mais

Nova rota de cicloturismo vai atrair ciclistas de todo o País e do Mercosul para a região

Um encontro em agosto deste ano marcou a fundação da União dos Municípios do Circuito Paleontológico (UMCP), que pretende criar uma rota de cicloturismo na região a partir de 2021. O trajeto, que deve entrar em funcionamento no segundo semestre do próximo ano, abrange sete municípios em quase 320 quilômetros a serem percorridos em sete continue lendo...…

Leia mais

Cicloativismo: em defesa da sustentabilidade, da autonomia e outras causas

Com a flexibilização do funcionamento do comércio, após momentos mais críticos da pandemia do novo coronavírus, Salvador volta a ser uma cidade com o trânsito caótico ao qual estávamos acostumados. Percorrer poucos quilômetros de carro pode ser um tormento em algumas áreas da cidade. Daí surge o desejo de buscar alternativas para a locomoção, mais continue lendo...…

Leia mais
1 2