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Precisamos falar sobre a redução do uso de automóveis

É por isso que grandes causas demandam datas especiais para que se olhe para elas com mais atenção pelo menos uma vez ao ano. Assunto urgente a ser debatido em todo o mundo, a reflexão sobre o uso de veículos de passeio para as locomoções diárias nas grandes cidades ainda é escassa, mas trata-se de uma realidade inconveniente: precisamos falar sobre a redução do uso individual de carros.

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A União dos Ciclistas do Brasil (UCB) lançou recentemente, já durante a pandemia, um documento com sugestões para adaptação das vias e estruturas de mobilidade. Destacam-se pontos nevrálgicos como o fato de o transporte público ter se tornado “vetor” de transmissão do novo coronavírus, e que as bicicletas acabam se tornando a alternativa mais viável para a parcela da população que não pode se locomover por carro (próprio ou de aplicativo).

O transporte por bicicleta não polui o ar, evita contato físico direto e promove saúde e bem-estar. Além dos benefícios ambientais, a bike é um veículo acessível e de baixo custo.

Em entrevista à Agência Brasil, Ana Carboni, diretora-presidente da UCB, destacou que as bicicletas ainda são pouco valorizadas como meio de transporte no país, tanto entre as pessoas quanto no planejamento das cidades e das estruturas de mobilidade, apesar de já serem numerosas. “A frota de bicicleta é maior do que a de automóveis. Contudo, o Brasil continua priorizando os veículos individuais motorizados”, afirmou.


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