Perspectivas da integração modal ônibus-bicicleta em áreas centrais – Estudo de caso de Campo Grande-MS
Tipo de publicação
Artigo
Curso ou área do conhecimento
ENGENHARIA URBANA
Veículo
Congresso Brasileiro de Transporte e Trânsito 2019
Tipo de autoria
Pessoa Física
Nome do autor
Renato Saravy Diacopulos ; Rochele Amorim Ribeiro ; Luciana Márcia Gonçalves
Língua
Português
Abrangência geográfica
Nacional
País
Brasil
Ano da publicação
2019
Palavra chave 1
Planejamento Urbano
Palavra chave 2
Políticas Públicas
Palavra chave 3
Transporte público
Descrição
O conceito mobilidade urbana é de certa forma recente e vinculado com a
capacidade de transportar pessoas e bens dentro da cidade, sendo um tema amplo quanto
às variáveis territoriais que compõem a própria cidade. Mais utilizado como sinônimo de
transporte de pessoas e cargas dentro do meio urbano, hoje há um consenso é que a
mobilidade urbana busca uma melhoria em sua qualidade, ou mesmo a sustentabilidade,
sendo esses, prioridade por sistemas coletivos, não motorizados ou sendo eles motorizados,
de funcionamento elétrico. Diante dessa busca conjunta, um marco ocorreu em 2012, com a
criação da Lei Federal n. 12.587 (BRASIL, 2012), conhecida como a Lei da Mobilidade
Urbana, que instituiu as diretrizes e políticas públicas de abrangência federal. (BARCELOS
e SILVA, 2018)
Um aspecto relevante para mobilidade urbana sustentável é priorização pela
integração modal ou intermodal, seja ele entre motorizado, como automóveis particulares e
ônibus. Outro modo de integração mais recente, são os não motorizados, como bicicletas
integradas com o sistema de transporte público, sendo esse um dos pontos principais para
estabelecer a sustentabilidade nas cidades. Transporte público e bicicleta são modos que
se caracterizam como uma combinação amigável para o desenvolvimento sustentável.
(ANTP, 2007)